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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Os 10 aplicativos mais baixados de 2011

Angry Birds levou a primeira posição da lista, seguido por Facebook, Skype e Angry Birds Rio






Pode-se dizer que 2011 foi o ano dos pássaros. Pelo menos no universo da diversão, já que o game Angry Birds se tornou o aplicativo mais baixado em dispositivos móveis neste ano. Completando a lista dos dez mais, estão também o Facebook, Twitter e Fruit Ninja.

As informações são de um relatório da consultoria de aplicativos móveis, Distimo , que analisou diversos dados sobre downloads em plataformas como iOS e Android. Vale lembrar que a pesquisa levou em consideração tanto os apps gratuitos quanto os pagos.

Angry Birds não esteve em uma, mas sim em três posições do Top 10 do ranking, graças às edições Rio e Seasons, que ficaram em quarto e sétimo lugar, respectivamente.

O levantamento da Distimo também revelou que, embora haja mais de um milhão de aplicativos disponíveis para download em dispositivos móveis nas sete maiores lojas desse tipo de software, a iTunes App Store continua no topo da lista.

Créditos:Olhar Digital  http://ow.ly/8aOm7

Comentário da Cláudia:

A tecnologia já não é a mesma. Foi-se o tempo em que os jovens pensavam em tecnologia apenas como aqueles computadores enormes, pesados e cheios de configurações estranhas. Cada vez mais os games vem tomando espaço  nas escolhas de jovens programadores e de jovens usuários. Tudo muda tão rapidamente que milhares de aplicativos são colocados a disposição como teste para pesquisa e aprovação destes novos consumidores e se isso tem alguma coisa haver com o volume de dinheiro investido nesta tecnologia, te digo: - É claro que sim! Tanto em formação de profissionais cada vez mais atualizados com a expectativa de mercado, como em distribuição destes softwares para jovens cada vez mais interessados em novidades e diversão.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego


Especialista em carreira aponta que essa rede social é uma excelente forma de networking, mas não substitui o recrutamento tradicional.
O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.
“Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer”, aponta Kathy. “Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia – e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas”, cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.
Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.
Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego
Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. “Mas essas etapas não vão garantir um emprego”, avisa.
A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.
Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores
Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.
Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. “Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção”, complementa.
Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn
As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. “Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho”, ressalta a consultora.
Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir
“Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade”, informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas – só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.
Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras
Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.
Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. “Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor”, aconselha.
Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente
“Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso”, pontua a consultora, que acrescenta: “Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos.” Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/sete_mitos_sobre_o_uso_do_linkedin_para_encontrar_um_novo_emprego
Considerações Setembro.net – por Cláudia Oliveira.
Acreditamos que criar um perfil social é importante nos dias de hoje. Mas não adianta ter “n” contas sociais e um curriculum pobre e sem conteúdo. É necessário também o estudo eesforço individual para alcançar a excelência. Nada o impede de ser seguidor de perfis de sucesso  e participar de fóruns específicos de sua área de trabalho(aliás isso prova que tem interesse em buscar conhecimento de carreira), mas isso não irá garantir sua vaga e nem mesmo  irá promovê-lo em canto nenhum.
Hoje e sempre investir em qualificação e conhecimento é o melhor caminho para o sucesso profissional.  Ao criar perfis em redes sociais, seja moderado e objetivo,  tenha em mente que o marketing virtual é importante, mas pessoalmente, você pode ser muito melhor.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

SAC - UMA NOVA EQUAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS E CONSUMIDORES

Ao longo de minha experiência na área de SEO Marketing, acompanhando e orientando empresas parceiras da Setembro.net no setor de mídias sociais, observei o aumento de casos de dificuldades por parte das empresas em entender as reais necessidades de seus clientes e o sofrimento destes profissionais  em  reestruturar juntamente com o mercado este novo canal de comunicação com o usuário de seus produtos.

Entendo que não só o cliente, mas também o empresariado têm dificuldade em discutir suas dúvidas, anseios e queixas relativas a esta nova aliança entre consumidor e empresa.

Por de trás de cada profissional há também um cliente insatisfeito e a pergunta é como gerenciar esta insatisfação que pode decidir o futuro de uma marca, produto ou serviço... Qualificando ou discriminando um setor especifico e nesse processo, não é só sobre cargos e salários que falamos, mas sim de satisfação pessoal e de um efeito cascata que preventivamente poderá ajudar as pessoas a entenderem o que está acontecendo com elas e em seus trabalhos antes que uma demissão ou um afastamento por estresse, por exemplo, aconteça.

Encontrar um novo foco de publicidade e de atendimento ao consumidor é a meu ver o mais novo desafio. Uma vez que os SAC’s antigamente só se preocupavam em gerenciar reclamações sobre suas linhas de produtos. Hoje, humanizar este setor, com transparência se faz necessário. Ver que por trás de cada comprador de uma determinada linha de produtos há um eventual novo profissional que precisa de ajuda para decidir sobre seu futuro investimento antes mesmo que outra pessoa decida por elas.

Parece meio confusa esta cadeia de acompanhamento, mas creio que é um caminho sem volta no novo conceito de empreendedorismo e de marketing em mídias sociais onde as buscas por respostas são quase que instantâneas e pode ser feito ao longo de toda vida profissional. Além disso, quando o estresse da carreira se torna inevitável, o mecanismo mais próximo de busca de respostas para esta nova fase de mudanças é sem dúvida as redes de relacionamentos sociais e mídias digitais.

Assim, de modo mais saudável e com menos sofrimento o processo de auto análise e busca vai se apropriando do destino pessoal e profissional de cada um e projetando a isso, vêm seus sonhos de conquistas, consumo e competências.

E você? Em que processo de busca profissional se encontra? Já analisou seus sonhos de consumo e de sua carreira hoje?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

No limite da incompetência – contrata esse mesmo!

“Se não encontramos ninguém melhor do que ele, então contrata esse mesmo.”

 Infelizmente esta decisão vem sendo tomada com mais frequência do que poderíamos aceitar.

As notícias parecem promissoras. A capa da revista Exame de abril anuncia em letras garrafais: “Procuram-se 8 milhões de profissionais”. Fala-se do pleno emprego, definido na matéria como o “estágio em que a taxa de desemprego cai a níveis muito baixos e praticamente todas as pessoas qualificadas estão empregadas.”
Parece ótimo! Profissionais sendo disputados, muito trabalho para os RHs, tanto para selecionar quanto para reter seus quadros. Porém, meu desconforto vem do discurso que ouço de empresários e profissionais de recursos humanos sobre a enorme dificuldade de encontrar profissionais qualificados.
Abaixo apresento alguns dados que não devem ser esquecidos para contrapor a noção de pleno emprego:
  • O Brasil manteve o 88º lugar no ranking de ensino preparado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A posição é a mesma do ano passado, em um total de 127 países de todo o mundo. Estamos atrás da Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia. Só para termos uma base comparativa, o primeiro lugar da lista é o Japão, seguido por Reino Unido, Noruega e o Casaquistão, que aparece logo à frente de França, Itália e Suíça.
  • Na matéria “Sobram vagas em cursos de escolas técnicas e universidades do Brasil”, exibida pela Rede Globo, os números são alarmantes. Sobram vagas em áreas essenciais para o momento que vivemos. Para engenharia civil, setor carente, 28% das vagas não são preenchidas; para engenharia eletrônica, 31% e, mesmo com todo o alarde do pré-sal, a engenharia de petróleo deixa vaga 52% das carteiras.
  • Para a área de TI, outra área em franca expansão, os números não são menos assustadores: em administração de redes, 62% das vagas não são preenchidas e, em análise de sistemas, há 79% de lugares sem dono.
  • Não é só isso. Muitos dos alunos abandonam a faculdade antes da conclusão e em algumas áreas a evasão chega a 50%. “O país que peneira a mão de obra e não encontra muita coisa desperdiça lugares até nas universidades públicas. Mais de 14 mil vagas não têm dono.”
  • Em função do bom momento econômico, o Brasil é percebido internacionalmente como o país das oportunidades. Além da imigração com essa expectativa, há também o retorno de brasileiros que foram para o exterior e estão retornando para aproveitar a fase. Há também muitos profissionais que são convidados a trabalhar no Brasil. Em números, isso quer dizer que algo em torno de 180 mil profissionais dos cinco continentes aportaram no país nos últimos cinco anos, de acordo com levantamentos produzidos pela Coordenação Geral de Imigração (CGI) do Ministério do Trabalho. Das 11.530 autorizações de trabalho concedidas no primeiro trimestre deste ano – um volume recorde para o período -, 60% foram direcionadas a estrangeiros com diploma universitário, mestrado, doutorado e até PHD. Além disso, 80% dos vistos eram vinculados a funções técnicas ou a projetos de transferência de tecnologia.
  • O Brasil tem um dos piores índices de proficiência em inglês do mundo, como indica pesquisa da escola e agência de intercâmbios Education First (EF). O resultado é facilmente confirmado em entrevistas de seleção. Aliás, fala-se mal também o português, pois a dificuldade para se expressar corretamente em nosso idioma, verbalmente ou por escrito, está ficando cada vez mais evidente.
Minha preocupação é que, para muitas posições, são contratados profissionais sem a devida qualificação e, além disso, as contratantes não se preocupam em formar, treinar e desenvolver essas pessoas. Custa caro, mas custará mais caro a médio prazo. Dados de pesquisa da Dom Cabral mostram que 54% das companhias reduziram os requisitos na contratação de pessoal para a área técnica e operacional. Nos cargos estratégicos, 28% das empresas também diminuíram as exigências, como pós-graduação, fluência em idiomas e experiência.
Hoje, já pagamos preço alto pela falta de visão e interesse pela educação. Corremos o risco de um colapso, abreviando o Princípio de Peter, termo cunhado por Lawrence Johnston que afirma que “em um sistema hierárquico, todo funcionário tende a ser promovido até o seu nível de incompetência”. Se as contratações já estão abaixo das exigências mínimas, essa incompetência chegará muito antes das possíveis promoções que o profissional poderá ter – ou pior, já estará ocupando uma posição em alto grau na escala hierárquica sem a competência necessária para isso.
Há, infelizmente, indícios que estamos muito próximos de confirmar minha tese. Um estudo indicando que as obras de nove dos 13 aeroportos que serão utilizados na Copa do Mundo 2014 não ficarão prontas até o início da competição.
Felizmente, há empresas responsáveis e profissionais conscientes que não retratam a afirmação de abertura deste artigo. Há vagas que ficam abertas por muitos meses, para desgosto e desagrado de gestores e de muitos profissionais de RH. Baixar o nível de exigência não é a solução. Quantos postos de trabalho e oportunidades teremos que perder até que a lição seja aprendida?
Comentário da Cláudia
Infelizmente com a  deficiência no ensino fundamental e a falta de incentivo por meio das empresas ampliam a chamada “cultura escolar”  que observamos hoje. Pelo lado das empresas, há  a falta de recurso e parceiros para este incentivo, além do medo oculto de gastar um a dois anos preparando um profissional e ele buscar novos salários na empresa concorrente. Diante disso,  encontramos os jovens recém formados que inexperientes buscam sua primeira oportunidade de emprego. Ao contratar “qualquer um”,  é bem possível que se tenha ao final uma surpresa agradável. De qualquer forma, além de ser uma medida necessária a curto prazo, é muito mais simples do que buscar soluções dentro de nosso atual contexto educacional.