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sexta-feira, 2 de março de 2012

Nº de usuários ativos na internet cresce 11% em um ano no País


O número de usuários ativos da internet no Brasil voltou a crescer em janeiro deste ano, alcançando a marca de 47,5 milhões entre as 63,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ibope/Nielsen, em pesquisa que aponta um crescimento de 2% de usuários ativos em relação ao mês anterior e de 11,2% sobre os 42,7 milhões de janeiro do ano passado.

O maior aumento, segundo a pesquisa, aconteceu em residência, com crescimento de 14% em um ano. No último trimestre do ano passado, o número de internautas no Brasil chegou a 78,5 milhões de pessoas em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais), indica o relatório do Ibope.

Os sites governamentais foram o que tiveram o maior aumento mensal de usuários únicos em janeiro, passando dos 22,3 milhões em dezembro para 25,3 milhões em janeiro, uma expansão de 13%. O motivo, segundo a pesquisa, foi o aumento da procura por informações sobre o Enem, o Prouni e as incrições unificadas em instituições de Ensino Superior.

Outros sites que também registraram forte crescimento da audiência em janeiro foram os de carreiras, mapas e guias locais, páginas de ofertas de pacotes de viagens, de hotéis e de companhias aéreas e os classificados de imóveis. Na comparação com janeiro de 2011, acumulam o maior crescimento percentual as categorias Automóveis, com 27% de aumento no número de usuários únicos, e Viagens, com expansão de 22%. Também seguiram em crescimento sites de vídeos, buscadores, e-mail, compras coletivas e sites sociais.

A publicidade na internet também começou 2012 em alta. Em janeiro, foram veiculadas mais de 6 mil campanhas de 2.124 diferentes anunciantes. Na comparação com janeiro de 2011, o crescimento do número de campanhas foi de 39%.


Comentário da Setembro.net
Por Cláudia Oliveira

Todos os segmentos de informática vem crescendo de vento em popa!
Esta pesquisa mostra que o internauta está hoje muito mais esclarecido e culturalmente mais familiarizado com a internet do que a anos atrás. E isso é uma forma de mostrar que também todos os outros segmentos de prestação de serviços para esta área estão aquecidos. Desde cursos, construção de sites, divulgação dos mesmos na web e redes sociais.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Parceria entre Setembro.net com a Revista Sociedade Policial.


Diretor da Setembro.net, Alexandre Oliveira e o diretor da Revista Sociedade Policial, Rodrigo Guimarães.

 A Setembro.net juntamente com a Revista Sociedade Policial firmaram uma importante parceira em mídias sociais e comunicação virtual e mídia impressa.

Para a Setembro.net, além de apresentar seus produtos e serviços tais como sites dinâmicos, e-mail marketing, sistema de gerenciamento comercial, publicidades e mídias virtuais a um público cada vez mais abrangente, novos negócios poderão ser criados e novas parcerias serão bem vindas através de uma maior visibilidade para ambos os seguimentos.

Com uma nova visão do panorama empresarial permitida através da distribuição gratuita da Revista Sociedade Policial que abarca aos membros das comunidades de segurança pública, civil, militar, empresarial, dentre outros, a Setembro.net visa alcançar novos horizontes e também novos colaboradores, junto a este setor, mostrando a importância de uma campanha publicitaria inteligente aliada ao forte apelo  que um site bem feito juntamente com as mídias sociais tem junto ao cliente.

Para divulgar sua marca, serviço ou empreendimento nas redes sociais, sites, publicidade gratuita ou paga, e-mail marketing, dentre outros, visite o site www.setembro.net.

Para divulgar sua marca, serviço ou empreendimento na Revista Sociedade Policial, visite o site www.sociedadepolicial.com.br

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego


Especialista em carreira aponta que essa rede social é uma excelente forma de networking, mas não substitui o recrutamento tradicional.
O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.
“Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer”, aponta Kathy. “Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia – e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas”, cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.
Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.
Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego
Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. “Mas essas etapas não vão garantir um emprego”, avisa.
A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.
Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores
Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.
Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. “Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção”, complementa.
Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn
As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. “Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho”, ressalta a consultora.
Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir
“Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade”, informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas – só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.
Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras
Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.
Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. “Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor”, aconselha.
Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente
“Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso”, pontua a consultora, que acrescenta: “Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos.” Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/sete_mitos_sobre_o_uso_do_linkedin_para_encontrar_um_novo_emprego
Considerações Setembro.net – por Cláudia Oliveira.
Acreditamos que criar um perfil social é importante nos dias de hoje. Mas não adianta ter “n” contas sociais e um curriculum pobre e sem conteúdo. É necessário também o estudo eesforço individual para alcançar a excelência. Nada o impede de ser seguidor de perfis de sucesso  e participar de fóruns específicos de sua área de trabalho(aliás isso prova que tem interesse em buscar conhecimento de carreira), mas isso não irá garantir sua vaga e nem mesmo  irá promovê-lo em canto nenhum.
Hoje e sempre investir em qualificação e conhecimento é o melhor caminho para o sucesso profissional.  Ao criar perfis em redes sociais, seja moderado e objetivo,  tenha em mente que o marketing virtual é importante, mas pessoalmente, você pode ser muito melhor.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

SAC - UMA NOVA EQUAÇÃO ENTRE PROFISSIONAIS E CONSUMIDORES

Ao longo de minha experiência na área de SEO Marketing, acompanhando e orientando empresas parceiras da Setembro.net no setor de mídias sociais, observei o aumento de casos de dificuldades por parte das empresas em entender as reais necessidades de seus clientes e o sofrimento destes profissionais  em  reestruturar juntamente com o mercado este novo canal de comunicação com o usuário de seus produtos.

Entendo que não só o cliente, mas também o empresariado têm dificuldade em discutir suas dúvidas, anseios e queixas relativas a esta nova aliança entre consumidor e empresa.

Por de trás de cada profissional há também um cliente insatisfeito e a pergunta é como gerenciar esta insatisfação que pode decidir o futuro de uma marca, produto ou serviço... Qualificando ou discriminando um setor especifico e nesse processo, não é só sobre cargos e salários que falamos, mas sim de satisfação pessoal e de um efeito cascata que preventivamente poderá ajudar as pessoas a entenderem o que está acontecendo com elas e em seus trabalhos antes que uma demissão ou um afastamento por estresse, por exemplo, aconteça.

Encontrar um novo foco de publicidade e de atendimento ao consumidor é a meu ver o mais novo desafio. Uma vez que os SAC’s antigamente só se preocupavam em gerenciar reclamações sobre suas linhas de produtos. Hoje, humanizar este setor, com transparência se faz necessário. Ver que por trás de cada comprador de uma determinada linha de produtos há um eventual novo profissional que precisa de ajuda para decidir sobre seu futuro investimento antes mesmo que outra pessoa decida por elas.

Parece meio confusa esta cadeia de acompanhamento, mas creio que é um caminho sem volta no novo conceito de empreendedorismo e de marketing em mídias sociais onde as buscas por respostas são quase que instantâneas e pode ser feito ao longo de toda vida profissional. Além disso, quando o estresse da carreira se torna inevitável, o mecanismo mais próximo de busca de respostas para esta nova fase de mudanças é sem dúvida as redes de relacionamentos sociais e mídias digitais.

Assim, de modo mais saudável e com menos sofrimento o processo de auto análise e busca vai se apropriando do destino pessoal e profissional de cada um e projetando a isso, vêm seus sonhos de conquistas, consumo e competências.

E você? Em que processo de busca profissional se encontra? Já analisou seus sonhos de consumo e de sua carreira hoje?