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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego


Especialista em carreira aponta que essa rede social é uma excelente forma de networking, mas não substitui o recrutamento tradicional.
O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.
“Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer”, aponta Kathy. “Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia – e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas”, cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.
Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.
Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego
Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. “Mas essas etapas não vão garantir um emprego”, avisa.
A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.
Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores
Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.
Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. “Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção”, complementa.
Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn
As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. “Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho”, ressalta a consultora.
Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir
“Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade”, informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas – só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.
Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras
Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.
Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. “Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor”, aconselha.
Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente
“Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso”, pontua a consultora, que acrescenta: “Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos.” Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/sete_mitos_sobre_o_uso_do_linkedin_para_encontrar_um_novo_emprego
Considerações Setembro.net – por Cláudia Oliveira.
Acreditamos que criar um perfil social é importante nos dias de hoje. Mas não adianta ter “n” contas sociais e um curriculum pobre e sem conteúdo. É necessário também o estudo eesforço individual para alcançar a excelência. Nada o impede de ser seguidor de perfis de sucesso  e participar de fóruns específicos de sua área de trabalho(aliás isso prova que tem interesse em buscar conhecimento de carreira), mas isso não irá garantir sua vaga e nem mesmo  irá promovê-lo em canto nenhum.
Hoje e sempre investir em qualificação e conhecimento é o melhor caminho para o sucesso profissional.  Ao criar perfis em redes sociais, seja moderado e objetivo,  tenha em mente que o marketing virtual é importante, mas pessoalmente, você pode ser muito melhor.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Você e o marketing. Onde seu público está?


Construa uma rede e os usuários virão não funciona mais em mídia social. Há demasiadas opções de sites e redes para alguém aleatoriamente encontrar seu podcast. Hoje, o trabalho de marketing em rede é tentar descobrir quem é o seu público e onde eles se reúnem para deixar que eles conheçam seu perfil e interajam com o seu conteúdo.

Minha dica é para que você comece fazendo uma abordagem do tipo "persona comprador". Desenvolver sua rede com seu público atual e quem você quer atrair para o o seu podcast. Ou seja, comprar a idéia deles e estabelecer com o seu público já existentes vinculos, tais como, fazer-lhes perguntas sobre inquéritos e sondagens para recolher o máximo de dados possiveis  e assim criar um perfil composto ou perfis de seu público, atual ou desejado, para mais tarde mostrar a que você veio.

Uma estratégia ousada e de impacto nem sempre corresponde a bons resultados nas mídias sociais. Se você for direto demais usando jargões de marketing já conhecidos pela imprensa pode acabar afastando seus futuros clientes ao invés de aproximá-los. Portanto, nas redes sociais, quanto mais espontâneo você for, melhores serão suas chances de se relacionar com seus clientes.

Por exemplo, o Podcast Setembro.net tem uma série de pessoas que atuam nos mais diferentes seguimentos, no entanto a internet hoje faz parte da vida de cada um, independente dos setores que atuam, certamente irão construir um ciclo de contatos que na mídia social é feito apartir de consideravel esfoço dia a dia para alcançar o engajamento ideal. Fazer com que esta rede de contatos permaneça sólida e crescente é um desafio constante para o profissional de SEO e para isso foi necessário saber o que cada um busca na nossa rede, questionando, interagindo com eles. Só assim foi possivel construir uma ferramenta de marketing focada exclusivamente sobre eles.

Há bastantes exemplos de segmentação demográfica nas redes sociais e para encontrar "amigos" para o seu Podcast o ponto de partida para o marketing de mídia social é sempre o mesmo – muita pesquisa e aprender indentificar rapidamente quais os objetivos a serem alcançados com seus seguidores e converter tudo isso em oportunidades de bons negócios.

Meu conselho para as empresas que se beneficiam das estratégias de marketing B2B e profissionais que buscam selar bons negócios através desta ferramenta é ter um objetivo quando se trata de engajamento empresarial na mídia social, encontrar seus clientes e parceiros nas redes certas e ir além de seu broadcasting, não ficar apenas nos RT’s e replies, mas manter um dialogo constante e transparente com seus seguidores. Isso irá ampliar a reputação e credibilidade de sua empresa, lembrando sempre que é um relacionamento a longo prazo, feito no dia a dia com pessoas que esperam de você uma relação em tempo real, dinâmica e o que é mais importante – Honestidade.

Por Cláudia Oliveira,
Para: Setembro.net