segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sete mitos sobre o uso do LinkedIn para encontrar um novo emprego


Especialista em carreira aponta que essa rede social é uma excelente forma de networking, mas não substitui o recrutamento tradicional.
O LinkedIn tem atraído cada vez mais pessoas em todo o mundo, por conta da promessa de ser a maior rede de contatos profissionais na internet e, portanto, facilitar a recolocação no mercado de trabalho. E a consultora em carreiras Kathy Caprino, que já escreveu diversos livros sobre o assunto, considera que o site tem cumprido muito bem esse papel.
“Você tem a chance de se conectar com pessoas com interesses comuns que, de outra forma, nunca teria oportunidade de conhecer”, aponta Kathy. “Mas, depois de dois anos usando o LinkedIn várias horas por dia – e após aconselhar outras pessoas sobre como construir uma imagem profissional na rede -, eu tenho testemunhado algumas visões distorcidas”, cita a executiva, em um artigo divulgado na Forbes. Segundo ela, muitos indivíduos se enganam em relação às expectativas do que é realmente possível conseguir com essa rede social.
Com base nessa situação, a consultora elencou os sete mitos sobre o LinkedIn, em especial, para quem busca um novo emprego.
Mito 1: O LinkedIn garantirá um emprego
Kathy explica que as pessoas podem procurar vagas abertas no LinkedIn e se candidatar a elas pela rede social. Ou, ainda, os profissionais têm a chance de buscar ajuda de contatos virtuais para que eles os indiquem a uma determinada oportunidade de trabalho. “Mas essas etapas não vão garantir um emprego”, avisa.
A consultora destaca que para conquistar um potencial recrutador, os profissionais precisam de muito mais do que um simples perfil na rede social ou a indicação de alguém que esteja no LinkedIn. As pessoas precisam convencer os recrutadores de sua capacidade, o que depende de questões que vão além da internet, como capacitação, talento, experiência, entre outros.
Mito 2: O LinkedIn vai substituir os recrutadores
Existe um medo crescente de que o LinkedIn substitua os profissionais de recursos humanos na condução do processo para busca de profissionais. No entanto, a especialista explica que isso não faz sentido, já que a rede social representa apenas um facilitador de uma das etapas: encontrar os possíveis candidatos.
Nas demais fases do processo de recrutamento e seleção de profissionais, os recrutadores tradicionais não são substituíveis. Isso porque, eles precisam selecionar os currículos mais adequados, entrevistar os possíveis candidatos e fazer toda a comunicação de suas percepções para os contratantes. “Recrutar é um trabalho intenso, que requer competências específicas, conhecimentos e atenção”, complementa.
Mito 3: Não é necessário escrever um perfil extremamente completo no LinkedIn
As pessoas costumam pensar que escrever uma ou duas linhas sobre sua experiência profissional no LinkedIn já é suficiente. Contudo, Kathy avisa que isso representa um engano, já que os indivíduos perdem a chance de mostrar seus diferenciais e resultados. “Como recrutadora, quando eu vejo um perfil pobre, enxergo isso como uma falta de interesse da pessoa de se promover, demonstrar um comprometimento e empenho”, ressalta a consultora.
Mito 4: Quanto mais contatos, mais oportunidades vão surgir
“Como em tudo na vida, qualidade vale mais do que quantidade”, informa a especialista. Portanto, mais do que encher a rede de contatos com pessoas desconhecidas – só para demonstrar um grande networking -, os profissionais deveriam estar preocupados em se relacionar, por meio da rede social, com pessoas realmente relevantes na área em que trabalham ou que pretendem trabalhar.
Mito 5: O LinkedIn é a melhor rede social para todos os negócios e carreiras
Ao contrário do que muitos pensam, o LinkedIn não é a melhor ferramenta para todos os profissionais ou para qualquer pessoa em busca de emprego. O segredo para entender quando essa rede social é realmente adequada é analisar se ela representa o ambiente preferido de profissionais, parceiros e potenciais recrutadores em sua área de atuação. Em alguns casos, avisa a consultora, o Facebook ou o Twitter podem ser mais interessantes.
Mito 6: Quanto mais coisas eu postar na rede social, melhor De novo, Kathy ressalta que a qualidade não supera a quantidade. Assim, antes de publicar um comentário ou abrir uma discussão no LinkedIn, os profissionais devem analisar se aquilo vai, realmente, justificar o tempo e a energia que as pessoas vão gastar para lê-lo. “Tenha certeza de que as coisas que você compartilha atendem a, pelo menos, uma dessas funções: informar, entreter, animar, ajudar os outros ou trazer algum tipo de valor”, aconselha.
Mito 7: Pessoas com muitos contatos no LinkedIn são bem-sucedidas profissionalmente
“Ter centenas (ou milhares) de conexões não significa, necessariamente, sucesso”, pontua a consultora, que acrescenta: “Isso significa apenas que o usuário gastou muito tempo e energia para construir sua rede de contatos.” Ainda segundo ela, os recrutadores não costumam atrelar volume de conexões a questões positivas sobre o desempenho dos profissionais.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/sete_mitos_sobre_o_uso_do_linkedin_para_encontrar_um_novo_emprego
Considerações Setembro.net – por Cláudia Oliveira.
Acreditamos que criar um perfil social é importante nos dias de hoje. Mas não adianta ter “n” contas sociais e um curriculum pobre e sem conteúdo. É necessário também o estudo eesforço individual para alcançar a excelência. Nada o impede de ser seguidor de perfis de sucesso  e participar de fóruns específicos de sua área de trabalho(aliás isso prova que tem interesse em buscar conhecimento de carreira), mas isso não irá garantir sua vaga e nem mesmo  irá promovê-lo em canto nenhum.
Hoje e sempre investir em qualificação e conhecimento é o melhor caminho para o sucesso profissional.  Ao criar perfis em redes sociais, seja moderado e objetivo,  tenha em mente que o marketing virtual é importante, mas pessoalmente, você pode ser muito melhor.

sábado, 17 de setembro de 2011

Tevês, novelas e laptops…

Outro dia fui olhar algumas televisões em HD para um futuro investimento em minha casa. Algo me surpreendeu – como se não bastasse ter que entender de polegadas, tive que me desdobrar em conhecimento remoto para acompanhar o raciocínio lógico do vendedor entre leds, slins, full HD, e tantas outras novidades.
Confesso a vocês, leitores, que entre tantas inovações me senti perdida. Ter que advinhar para onde meu rico dinheirinho irá ser melhor aplicado nesta ou naquela televisão foi algo desesperador…  Voltei para casa mais insegura do que entusiasmada.
Trabalhar com tecnologia me faz buscar sempre uma nova inovação, um novo olhar para o mercado. Mas ao ver o vendedor com um entusiasmo programado, feito um animador de auditório, me questionei até que ponto estou adaptada as estas constantes mudanças. E até que ponto são confiáveis. Percebi que estamos sendo induzidos a experimentar o novo o tempo todo. Seja nos aparelhos Android, seja nos novos sistemas de notebooks, laptops,PCs, câmeras fotográficas, e é claro o mundo digital também chegou as nossas telinhas.
Estimular as pessoas a se adequar às mudanças é um grande desafio que agrega os mais diversos setores. Seja de pesquisa, marketing e até mesmo o comércio. Mesmo sem muito pesquisar podemos perceber que vários profissionais ainda vendem seus produtos e serviços como há 10 anos atrás e outros, estimulados pela onda de inclusão digital, vendem seus produtos com todas as vírgulas e hífens que existem no manual. É como se estivessem preparados para responder apenas o óbvio e nada mais.
Entendo que o primeiro passo para mudar tudo isso é interagir mais com o mercado. Ninguém tem obrigação de ser expert na profissão do outro. Uma dona de casa que vai a loja comprar uma televisão quer apenas assistir sua novela em um aparelho cuja imagem não tenha fantasmas e nem áudio com chiados. Mesmo assim, ao se deparar com tantos recursos se amedronta – seja pela tecnologia, seja pelos vendedores robotizados e ou acomodados.
É preciso olhar a realidade das pessoas “normais” e parar de fingir que está tudo bem e que vivemos em um mundo perfeito. Reconhecer a situação adversa, reconhecer que ainda há muito que se fazer é melhor do que apostar em fórmulas mágicas para uma realidade futura. Grandes casos de sucesso também tiveram suas marcas envolvidas em polêmicos atritos com a dificuldade de aceitação por parte do público alvo e tiveram que se readaptar, o que mostrou ainda mais confiança e prestação de bons serviços por parte delas.
Ao contrário do que se pensa, os melhores resultados são de empreendimentos que estão aproveitando justamente as mudanças de mercado, mas com a adesão dessas pessoas que nada sabem de tecnologia, mas compram, interagem, participam. – O bom vendedor é aquele que participa da escolha do seu cliente, que o chama para conhecer o que há de melhor em sua empresa mas também mostra o que melhor se adequa a suas necessidades, não o que empurra o mais caro e o mais novo lançamento do momento. Aliás, desde sempre, o melhor lançamento em qualquer segmento de mercado é sempre o cliente.

Por: Cláudia Oliveira
http://publicidadesetembro.wordpress.com/


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Seis tendências do BI que nenhuma empresa pode ignorar



Elas são vitais para impulsionar a adesão às ferramentas de Business Intelligence e obter maior retorno do seu investimento.
Por *Michael Corcoran 

A tecnologia de Business Intelligence (BI) tem tido um enorme impacto positivo nas empresas. Nos últimos anos, tornou-se uma das tecnologias de software mais implementadas no mundo dos negócios, ajudando gestores e analistas a manterem-se a par das atividades das empresas. Contudo, do ponto de vista do usuário, a tecnologia de BI só agora começa a alcançar o seu potencial.
De fato, identifiquei seis formas que considero vitais para impulsionar a adesão às ferramentas de BI e obter maior retorno do seu investimento.

1: Servir uma audiência mais abrangente
Durante anos ouvimos como o BI está sendo direcionado para as massas. Quanto mais consumidores de informação se tem, maior será o retorno do investimento de BI. Contudo, para verdadeiramente disponibilizar estas aplicações a todos na empresa, é necessário fornecer aos usuários um elevado grau de informação através de uma interface simples, que não exija formação.
Com a informação correta disponível de forma fácil, todos na organização se tornam potenciais decisores, quer seja nos serviços de apoio ao cliente, ou na distribuição, produção, área administrativa, etc. O enfoque do BI passou dos analistas, que necessitam de ferramentas complexas para criar e analisar informação, para os colaboradores, que apenas necessitam aceder a conteúdos significativos rápida e facilmente.

2: Disponibilizar a informação ativa
Apesar de serem necessárias ferramentas de BI profissionais para analistas, esta nova face do BI envolve a disponibilização de informações relevantes aos usuários dentro do contexto das suas atividades diárias. Por exemplo, um colaborador de call center poderá receber um alerta a avisar sobre novos descontos em determinados produtos, para que este possa promovê-los aos clientes. Um representante comercial pode depender da visão de um sistema de BI para detectar pedidos acima de determinado valor para depois recomendar um fornecedor baseando-se em promoções e disponibilidade. Da mesma forma, os representantes comerciais podem receber atualizações sobre assuntos de clientes envolvendo as suas contas, enquanto os representantes de produção recebem alertas sobre o aumento da ordem de volumes, que pode ter impacto na produção.
À medida que a natureza do BI se torna mais operacional tem, igualmente, de se tornar mais previsível. Estes colaboradores não deverão ter que pesquisar relatórios ou submeter consultas. A informação relevante deverá encontrá-los e as aplicações de BI deverão ser desenvolvidas para reagir às atividades operacionais existentes. A tecnologia de integração inserida nesta ferramenta é a chave para estas aplicações de BI, chamado de BI dinâmico: falamos de acessar dados, pesquisar por mensagens, sincronizar acontecimentos de negócio e submeter transações baseadas em um fluxo de trabalho pré-definido. Isto permite que essas aplicações “detectem” acontecimentos e tomem ações de acordo com parâmetros pré-definidos (tais como reenvio de informação para um agente tomar a decisão).

3: Implementar o BI como um serviço
À medida que os ambientes de BI se tornam mais operacionais, as suas capacidades tomam geralmente a forma de serviços que podem ser apresentados através de portais, painéis de controle, etc. Este tipo de aplicação abre uma nova dimensão para a indústria de BI, à medida que as empresas aplicam o conhecimento do seu domínio a uma indústria particular ou vertical.
Por exemplo, além de ajudar empresas a gerir pessoas e pagamentos, algumas empresas de RH estão também oferecendo serviços de armazenamento de dados e de capacidades analíticas, para criar relatórios. Observamos uma tendência semelhante com empresas de cartões de crédito, que deixam comerciantes analisarem os dados de transações geradas para compreender os padrões de compra dos consumidores. O que têm estas aplicações de BI em comum? Estão implementadas como serviços para uma base de clientes existente. Mais importante, todas partem do que é geralmente um centro de custo e o transformam em um centro de lucro.

4: Integração de pesquisas
O valor real da tecnologia de pesquisa revela-se quando se consegue alimentar o serviço de busca a partir de todas as fontes de informação da empresa e analisar resultados ao longo desse percurso. Idealmente, os usuários deverão poder pesquisar o conteúdo empresarial tão facilmente como usam o seu serviço de busca favorito na Web. Isto permitirá que tenham acesso ao conteúdo de BI dinâmico e adicionalmente a fontes de dados estruturados e não estruturados dentro da empresa.
Com a fácil localização de dados relevantes através da pesquisa por palavras-chave simples, a empresa irá obter ganhos significativos de produtividade, pois os usuários gastarão menos tempo para pesquisar a informação.
Infelizmente, a maioria das ferramentas de BI oferece apenas capacidades de pesquisa rudimentares. Trabalham através da construção de um índex consolidado de dados da empresa. Apenas uma pequena quantidade de informação de business intelligence é arquivada, o que limita a utilidade deste modelo.
Ao utilizar tecnologia de integração embutida, o ambiente de BI pode melhorar o valor das pesquisas. Por exemplo, quando uma transação é processada pelo seu sistema ERP, este pode inserir a informação no índex de pesquisa, para que os usuários possam encontrar de imediato os dados quando iniciam as pesquisas. Estes usuários podem começar com pesquisas tipo Google e depois enriquecer com transacções associadas e bases de dados para encontrar informação adicional, correlacionando eventos à medida que continuam.

5: Dar pernas ao BI com aplicações móveis
Os “smartphones” atuais têm telas e teclados que permitem acessar e visualizar facilmente conteúdo enriquecido da Web. À medida que os colaboradores descobrem as capacidades destes dispositivos, solicitam cada vez mais o acesso a dados corporativos. Se conseguem enviar e-mails ou navegar a Web nos seus telefones, porque não podem acessar ao último resultado de vendas ou solicitar um relatório de vendas?
Contudo, ainda se colocam alguns problemas. Uma vez que a memória e poder de processamento da maioria dos dispositivos móveis não corresponde às dos computadores, torna-se crítico entregar apenas a informação relevante. Além disso, as aplicações móveis de BI não deveriam requerer que os usuários instalem nenhum software extra no seu telefone. Os criadores de BI devem ter atenção, pois o cenário ideal é o desenvolvimento de aplicações centralizadas, baseadas na Web, que consigam receber pedidos e introduzir informação facilmente para os usuários móveis.
Claro que mostrar relatórios e alertas é apenas o começo. Para compreender o total potencial de uma solução de BI móvel, os usuários necessitam também conseguir analisar dados. Este é ainda um desafio que só agora começa a ter alguma resposta com os Active Reports.

6: Data warehouses não são a única solução
Os armazéns de dados não devem ser implementados sem uma clara compreensão dos desafios de negócio que são desenhados para resolver. Existem muitas formas de disponibilizar informação exata.
Algumas alternativas a considerar são a derivação de dados diretamente de fontes operacionais (ou uma cópia dessas fontes estabelecidas para relatórios); a inserção de dados no data warehouse à medida que determinadas transações ocorrem; criação de informação desencadeada por determinadas ocorrências na base de dados; ou a utilização de serviços Web para criar relatórios e entregar informação diretamente a usuários de negócio.
As atuais aplicações de BI dinâmicas, operacionais e integradas provam que não se necessita sempre de um data warehouse como fonte para as suas atividades de BI.
Em suma, os atuais ambientes de BI dão às empresas uma nova forma de servir os clientes, interagir com os parceiros de negócio e disponibilizar informação a todos os tipos de usuários – em alguns casos criando até novas linhas de negócio. O BI não envolve meramente a construção de um data warehouse e a disponibilidade de ferramentas para geração de relatórios. Implica uma estrutura preditiva que atenda uma grande parte da empresa utilizando capacidades de análise simples, mas poderosas, inseridas nas rotinas de trabalho.
Os criadores de BI devem empenhar-se para tornar as suas aplicações mais acessíveis através de acesso aos dados em tempo real, análise móvel e pesquisa empresarial – idealmente como parte de uma arquitetura orientada para o serviço. Isto irá permitir ao BI chegar a uma mais vasta audiência e rentabilizar enormemente o investimento realizado.

(*) Michael Corcoran é vice-presidente de Marketing de Produtos da Information Builders.


Comentários da Setembro.net

Ao se falar em BI (Business Intelligence ) temos que ter o cuidado de direcionar não só o foco das informações como também selecioná-las antes de encaminhar ao ambiente certo. Seja do ponto de vista corporativo, institucional ou privado. As informações que obtemos nem sempre tem conteúdo relevante o suficiente para atrair bons negócios, então precisamos focar na qualidade delas. 

Estudo constante, pesquisas avançadas, relatórios corporativos, reuniões analíticas, tudo isso é válido mas o mais importante continua sendo - Pesquisar, pesquisar, pesquisar... pode parecer denominador comum isso, mas é a pura verdade. Quanto mais pesquisas forem feitas em torno de determinada informação, menos riscos de erros a frente quando ela for disponibilizada.

Imagine uma empresa que precisa de determinadas informações para lançar seu produto no mercado e uma pesquisa mal feita poderá trazer muito prejuízo, ou uma informação errônea e até mesmo agressiva que possa interferir na imagem de um homem publico ou empresário.... tudo isso deve ser checado antes de se levar a público. 

Em tempos de informação rápida e precisa, a prudência é o melhor contraponto, mas ainda assim, como usar da prudência em um ambiente que respira de forma acelerada?

Integrar as pesquisas a análise de mercado e as aplicações a quem destina é uma necessidade tão urgente quanto disponibilizar estas informações a todos interessados. Afinal estamos na era das transmissões móveis e de dispositivos celulares cada vez mais potentes e funcionais. Neste cenário, os criadores de BI tem que ter muita atenção e cuidado em disponibilizar na rede aquilo que os usuários necessitam e querem saber, sua importância não está somente no setor de pesquisa e distribuição de uma ideia, mas na sequencia dos fatos que se seguirão. A função do BI é precursora de todo o lucro e de todo ônus da empresa, sua informação tem que ser a mais correta e acertada. Neste universo não há muito espaço para erros e para o investidor muito mais do que saber quanto irá pagar pela análise de mercado ele quer saber quanto irá ganhar com isso.

Até a próxima pessoal!.

Alexandre Oliveira





terça-feira, 9 de agosto de 2011

Brasil tem 85 milhões de computadores em uso

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o uso de computadores no Brasil continua crescendo.
De 78,2 milhões de computadores em uso no país em 2010, passamos em 2011  a 85 milhões, o que significa que quatro de cada nove brasileiros têm um equipamento para uso doméstico ou corporativo.
Há vários fatores que estimulam este número a crescer cada vez mais. Segundo o coordenador da pesquisa e professor da FGV, Fernando Meirelles, o aumento se deve a três fatores. “O primeiro fator é que o custo do equipamento tem caído ano a ano. O segundo fenômeno é o poder aquisitivo, a economia favorece a compra. E o terceiro e, talvez, o mais importante é que a percepção das pessoas sobre a utilidade do computadortem crescido”.
Mercado doméstico de computadores e a importância de se ter profissionais qualificados em TI
O mercado de computadores está cada vez mais aquecido e o brasileiro tem colocado junto às compras de televisões e outros equipamentos para a casa, também o computador.
Em 2010, cerca de 14,6 milhões de unidades foram negociadas, representando umcrescimento de 20% nas vendas. Isso se explica pelo fato de que o usuário não corporativo, ou seja, eu ou você formamos uma nova camada da sociedade que comparado à média mundial vem aumentando cada dia mais o consumo e poder de compra.
Este fenômeno também se observa com relação a telefones (móveis e fixos) e também com aparelhos de televisão com uma média de penetração cada vez mais abrangente.
Do outro lado desta onda vemos a necessidade de técnicos e profissionais qualificados na área de TI para reparos, manutenção, cursos e todas as múltiplas abrangências que a TI permite chegar.
Para o usuário que está em casa ter não só o computador bem equipado mas ter acesso acursos que o permita explorar toda a potencialidade de seu equipamento, a Setembro.nettem laboratórios bem equipados e salas de aula com toda a tecnologia de ponta para que tanto o usuário doméstico quanto grupos de pequenas empresas possam ter acesso aomelhor da tecnologia.
Créditos: http://bit.ly/mOMqNJ

terça-feira, 19 de julho de 2011

Usando as redes sociais a seu favor - 10 Dicas de SEO

  1. Defina com clareza o que espera desses canais de comunicação e tenha uma estratégia para entrar, interagir e também para sair
  2. Estabeleça um limite mínimo de "exposição virtual" não faz sentido expor-se tanto nas mídias sociais se você não o faz em sua empresa.
  3. Seja objetivo.
  4. Conte com uma equipe profissional para assegurar-se que sua empresa seja bem sucedida nas mídias sociais.
  5. Lembre-se: Tudo que se escreve nas mídias permanece. Ou seja, eventuais deslizes não poderão ser apagados. Tenha humildade em desculpar-se diante de erros e atropelos.
  6. Não existe privacidade nas mídias sociais. A qualquer momento um hacker pode invadir sua conta e divulgar, fotos, imagens e textos de sua empresa.
  7. Não se sinta na obrigação de participar de todas as redes sociais e em tempo real, diariamente. Seja ponderado, exponha sua empresa nas mídias que melhor se adequam ao perfil profissional de seus amigos, cliente e principalmente funcionários.
  8. Se decidir a não utilizar as redes sociais, cuide para que também não seja mencionado de forma incorreta.
  9. Faça buscas periódicas na internet para saber o que dizem de você e de sua empresa.
  10. Agora o mais importante: "Só abra estes canais de comunicação se estiver disposto a interagir e se estiver com tempo e estrutura para isso"
Por Cláudia Oliveira

sexta-feira, 15 de julho de 2011

TECNOLOGIA EMBARCADA: conheça as possibilidades que ela traz para nosso futuro.

Se você ainda não ouviu falar sobre tecnologia embarcada, prepare-se. Previsões dão conta de que existirão cerca de 15 bilhões de dispositivos conectados à internet até 2015, graças a esta tecnologia. E não é só isso – O Brasil, pela primeira vez em 22 anos, sediou a maior conferencia de sistemas embarcados do mundo.
Isso mesmo! Pela primeira vez em 22 anos de existência, a maior conferência mundial de sistemas embarcados veio parar aqui, na cidade de São Paulo e falando em tecnologia embarcada os números são pra lá de animadores para os próximos anos, mas você faz idéia do que isso significa?
Tecnologia embarcada é basicamente uma idéia de que todo aparelho consiga se conectar a internet, gerando uma comunicação máquina a máquina. Pode parecer estranho você imaginar ler seus recados do orkut no painel do micorondas, ou, transferir algum dinheiro pelo painel do seu carro enquanto escolhe as músicas que vai ouvir.
Mais de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados em redes sem fio até 2020, e pode ter certeza, a grande maioria deles sem nenhuma intervenção humana.
O mercado de sistemas embarcados está em franca expansão e movimenta atualmente mais de 31 bilhões de dólares. Com expectativas de crescimento de mais de 20% ao ano até 2015, previsões da Intel dão conta de que existirão cerca de 15 bilhões de dispositivosconectados à internet até lá – de automóveis a eletrodomésticos. A comunicação M2M (machine-to-machine) saltará de 81.3 milhões de conexões em 2010 para 294 milhões em 2015.
No Brasil um exemplo bem específico são as urnas eletrônicas que se utilizam destatecnologia. E creia, avançará em passos largos nos próximos anos em equipamentos de alta performance, auxiliando nos mais diferentes seguimentos tecnológicos. Exemplo disso são os transportes; afinal, o Brasil precisará de transportes inteligentes para os jogos da Copa de 2014 e as empresas de tecnologia estão de olho nisso.
Nós da Setembro.net estamos juntos nesta nova fase de inovação tecnológica que desponta no cenário brasileiro. Acreditamos que não só mobilidade e rapidez nas informações de busca devem ser uma constante no dia a dia das pessoas, mas também a alta tecnologiaaliada a serviços gerados a população trazendo mais segurança, rapidez, conforto e bem estar a todos.