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segunda-feira, 19 de março de 2012

É do Brasil: produtos Norton começam a ser fabricados por aqui

Mudança reduzirá prazo de entrega em mais de 70%. AntiVirus, Internet Security, 360, Ghost, Mobile Security e outros estão inclusos

Reprodução
Symantec
A Symantec, empresa de segurança, anunciou nesta segunda-feira (19/03) que começará a produzir no Brasil produtos da linha Norton, entre eles o AntiVirus, 360, Ghost e Mobile, Tablet e Internet Security.

Com a mudança, a empresa espera ter uma redução de mais de 70% no prazo de entrega. Assim, produtos que demoravam cerca de 25 dias para chegarem às casas dos consumidores passarão a levar apenas 7 dias.

Segundo o jornal O Globo, a fabricação nacional também aumentará em 20% as vendas no varejo dos produtos da Symantec. A mudança também fará com que o lançamento de produtos seja em sincronia com o dos EUA.

Cingapura, Estados Unidos, China e República Checa são os outros – e únicos – países a possuírem fabricação nacional de produtos. Agora, o Brasil entrou na lista.



Comentários da Setembro.net
Por Cláudia Oliveira

Muito boa esta notícia. 

Com as novas medidas adotadas pela Presidenta Dilma Rousseff e anunciadas durante cerimônia de abertura da Feira Internacional das Tecnologias da Informação e das Comunicações - CeBIT 2012 - Hannover/Alemanha, com toda certeza novas empresas do setor de informação e tecnologia estarão mirando no mercado brasileiro e se Deus quiser, investindo em fábricas no Brasil.

Com isso, novos empregos são gerados, novos técnicos são treinados e toda a cadeia produtiva ganha. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Firefox terá atualizações automáticas silenciosas

Com o rápido ciclo de desenvolvimento adotado desde o Mozilla Firefox 4.0, o navegador passou a ganhar novas versões a cada seis semanas, em um modelo semelhante ao utilizado no Google Chrome. A diferença é que no navegador do panda vermelho a atualização (ainda) não é silenciosa.

Atualmente, o download da nova versão é realizado em background e a instalação é feita quando o browser é iniciado, muitas vezes mostrando barras de progresso e mensagens do UAC, no caso do Windows Vista e do 7. A partir da versão 13.0, todo o processo deverá ser automático e invisível para o usuário, o que deve aumentar a quantidade de pessoas rodando a última versão do navegador.

De acordo com o blog de desenvolvedores da Mozilla, o processo de abertura e fechamento do Firefox não será afetado por uma atualização, o que significa que você não precisará ficar esperando enquanto os arquivos são alterados; tudo será feito enquanto o navegador está sendo executado.

No estudo de caso, eles citam a história de um usuário que foi checar seu Facebook antes de sair para o trabalho e, em vez do site, viu a tela de atualização do navegador. Após perceber que o processo acontecia com frequência, o usuário decidiu “odiar o Firefox e migrar para o Internet Explorer”. A mesma página também informa que o recurso está “em risco”. Para que ele realmente seja implementado, será necessário resolver algumas questões: o desempenho do Firefox não pode ser afetado durante a atualização e o encerramento do navegador não pode ficar mais lento. 

Outras novidades devem aparecer ainda em 2012, como o novo tema padrão Australis e a melhoria no tempo de inicialização do navegador. (Paulo Higa)

Créditos: http://imasters.com.br/noticia/23876/software/firefox-tera-atualizacoes-automaticas-silenciosas

Comentário da Setembro.net
Por Cláudia Oliveira

Enfim o Firefox anunciou as suas modificações e  houve muito barulho, muitas reclamações e principalmente muitos insatisfeitos entre os usuários corporativos. O motivo de tamanho de falatório é um só - Quase nenhum novo recurso de interface de usuário foi notado desde o anúncio do ciclo de mudanças de seis semanas. O beta do Firefox 8 parece que vai mudar, já que essa versão, segundo o blog da empresa, inclui algumas mudanças pequenas na interface do navegador, incluindo o gerenciamento de add-on, guias e adicionamento de capacidades de pesquisa. Aguardemos.

Por hora é isso pessoal. Até a próxima!

terça-feira, 13 de março de 2012

Projetos enquadram no Código Penal crimes cometidos pela web

As pessoas que utilizam as redes sociais na internet estão na mira dos parlamentares. Só no Senado, tramitam três projetos para adequar o Código Penal, incluindo o uso dessas ferramentas para denegrir a imagem de pessoas. Pelo menos três deles tratam especificamente da questão. Um outro projeto, de autoria da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, foi aprovado em 2011 e está na Câmara a espera de deliberação. O projeto permite que policiais se infiltrem em redes sociais para mapear pedófilos que utilizam essas ferramentas no aliciamento de menores.

No caso de crimes como constrangimento ilegal, os senadores querem adequar o texto do Código Penal para estabelecer penas de detenção de três meses a um ano a quem usar de violência ou grave ameaça pelas redes sociais. A pena pode ser convertida em pagamento de multa. Ela é extensiva às pessoas que utilizam instrumentos da internet para reduzir "por qualquer outro meio" a capacidade de resistência de um indivíduo, forçando-o a não fazer o que a lei permite ou a fazer o que ela não manda, "inclusive por meio das redes sociais presentes na rede mundial de computadores".

Pela proposta, estão sujeitos a detenção de um a seis meses ou pagamento de multa pessoas que se utilizam da internet para ameaçar alguém por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar mal "injusto e grave". O então relator senador Eduardo Amorim (PSC-SE) apresentou parecer onde defende a necessidade de tipificação desses crimes uma vez que "multiplicam-se os processos na Justiça de pessoas que foram constrangidas e ameaçadas em comunidades do Orkut, Facebook, entre outras redes sociais". Por problemas de saúde, Amorim afastou-se do Senado e, agora, a matéria aguarda parecer do novo relator senador Sérgio Souza (PMDB-PR), na Comissão de Ciência e Tecnologia.

A matéria tramita conjuntamente com outro projeto que estende à internet crimes de calúnia, difamação e injúria praticados em redes sociais. Já o projeto de lei de autoria do senador Blairo Maggi (PR-MT), aumenta a pena para os crimes contra a honra praticados via internet e prevê um prazo de armazenamento dos dados pelo provedor dessas contas. O texto, em análise pelo relator senador Gim Argello (PTB-DF), aumenta de um terço até a metade a pena imposta para esses crimes previstos no Código Penal, quando o instrumento utilizado for as redes sociais da internet.

"A internet é um meio facilitador ¿ para não dizer covarde ¿ de propagação de uma ofensa. A calúnia, a injúria e a difamação realizadas por esse meio precisam receber maior desvalor por parte da lei penal, o que não acontece hoje", justifica Blairo Maggi.

Já o responsável pelo provedor da rede social utilizada em eventuais crimes contra a honra terão que manter, "de forma sigilosa", por dois anos, os dados de endereçamento eletrônico da origem, hora, data e a referência da hora média de Greenwich (GMT) da conexão utilizada pelo autor das declarações.

O projeto de lei proposto pela CPI da Pedofilia e aprovado pelo Senado tramita agora na Câmara. O relator da matéria na época, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), estabeleceu algumas limitações para que os policiais possam se infiltrar em redes sociais para investigar crimes contra a liberdade sexual de crianças e adolescentes. Entre elas, estão previstas a necessidade de autorização judicial; imprescindibilidade da medida, ou seja, não será admitida se a prova puder ser obtida por outros meios; requerimento do Ministério Público; dados pessoais dos investigados e sigilo da operação, entre outras.

"A infiltração é um poderoso instrumento de intimidação. Ele serve tanto à repressão quanto à prevenção. Tornada lei, a proposta criará um ambiente de dúvida e insegurança para os pedófilos, que poderão ser surpreendidos por todo um aparato garantido pelo Estado e presente no outro lado da conexão", argumentou Demóstenes Torres.

Comentário da Setembro.net

É fato que as redes sociais contribuem e muito para que cada vez mais não existam fronteiras entre pessoas e grupos de interesses em comum, mas também é fato que a cada dia que passa novos crimes virtuais acontecem. Desde coação a violência sexual, agressões verbais e infelizmente, também tem aumentado muito a pedofilia.
Numa forma de coibir e proteger nossas crianças e adolescentes, há projetos no senado federal que estabelecem limitações de uso nas redes sociais  e também admitem a infiltração de policiais nas redes sociais com o sentido de encontrar estes agressores.

Empresas usam as redes sociais para se reinventar no mercado

Livro Socialholic, dos irmãos Polo, fala da importância das redes sociais para empresas
Foto: EFE

A explosão das redes sociais na internet atrai o interesse das empresas e da figura do "community manager", uma função corporativa online, que ganha força e se configura como uma boa solução para empresas que começam ou têm que se reinventar.

Sabia que graças aos inúmeros admiradores de uma página do Facebook, a Ikea fez uma festa do pijama só para eles? Sim, a empresa sueca vem se transformando em uma das companhias mais inovadoras convidando seus fãs para lanches, massagens e sessões de manicure.

Tudo começou quando a empresa soube da existência de uma página do Facebook que foi "curtida" por 98 mil pessoas denominada "I Wanna Have a Sleepover in Ikea" ("Quero fazer uma festa do pijama na Ikea") e, para a surpresa dos usuários que se comunicavam ali, tornou a ideia possível. Foi organizado um concurso entre os admiradores e alguns foram convidados a passar a noite em uma das lojas.

Outro exemplo desta interação com os clientes foi protagonizado pela marca Levi's, que apostou em uma ferramenta menos conhecida, o Instagram, para se aproximar das pessoas. Através da hashtag "#iamlevis", a grife recrutará, entre os internautas que fizerem upload de suas fotos, os próximos protagonistas de seus comerciais.

Este é um fenômeno denominado Marketing Social Media: trata-se não só de pensar e executar campanhas diferentes, mas também de estar atento ao que acontece e escutar os clientes para surpreendê-los.
Brasil, um País bem "tuiteiro"

Entre 2008 e 2011, o número de usuários de redes sociais duplicou e 31% deles entram no Facebook várias vezes ao dia. Sete em cada dez usuários da internet móvel se conectam a alguma plataforma social através de seu dispositivo, e 29% o fazem diariamente.

Um estudo realizado pela Universidad Complutense de Madrid (UCM) junto com a empresa de consultoria de comunicação digital Top Position apontou que 97,7% dos vestibulandos espanhóis são usuários de uma ou mais redes sociais.

A análise também destacou que Brasil, Itália e Espanha são os países com maior uso das redes sociais como perfil pessoal. O Brasil, uma das maiores economias emergentes do mundo, é o segundo país que mais envia mensagens do Twitter no planeta, atrás dos Estados Unidos.

O diretor-geral da Google para a América Latina considera que a região oferece grandes oportunidades de crescimento. "Curiosamente, o usuário latino-americano hoje está mais avançado do que as empresas no uso da internet", acrescentou.

Os números falam por si e constatam que as redes sociais chegaram para ficar. Em seu livro Socialholic, os irmãos Fernando e Juan Luis Polo explicam a importância das redes sociais para as empresas no marketing atual.

Marketing de Mídias Sociais para empresas mais inovadoras

Os dois são donos da agência madrilena Territorio Creativo, empresa de consultoria de Social Media Marketing, e seu trabalho é ajudar as empresas mais inovadoras a explorar todas as possibilidades que as redes sociais oferecem.

Fazendo jus à sua filosofia e por conta do lançamento do primeiro blog corporativo sobre marketing publicado pela agência, o "eTc", (territoriocreativo.es/blog), foi cuidadosamente elaborada uma estratégia de marketing. O resultado foram 4 mil visitas na primeira semana e 200 assinaturas em dez dias, além de o número de acessos do site ter se multiplicado por dez.

Enquanto muitas empresas pensam que as redes sociais são como um "alto-falante", o importante é que sua equipe adquira o hábito de usar estas ferramentas. "É uma vantagem competitiva criar dentro da empresa um mercado das ideias", comenta Juan Luis.

Socialholic não é só o nome do livro, mas também um novo conceito com o qual os irmãos Polo denominam o consumidor atual. "Uma pessoa conectada com o mundo, ligada à atualidade, com muita vontade de compartilhar as coisas e que encontrou a tecnologia como aliada. O consumidor ganha poder e é preciso começar a investir na relação com os clientes", explica Juan Luis.

Segundo a dupla, "agora as marcas não têm mais desculpa para não escutar os clientes e agir". "Coletar pedidos, dicas, propostas e ideias que chegam via redes sociais e que podem se tornar realidade caso sejam tomadas decisões de uma maneira rápida e inteligente. Essa é uma nova filosofia, na qual é importante interagir com os usuários".

Consumidores no poder

De acordo com os especialistas, a quantidade infinita de informações disponíveis na rede e a facilidade e rapidez geradas por seu uso praticamente obrigam as empresas a serem mais transparentes. "Se o consumidor observar algo que não lhe agrada, pode expor isso na web em forma de comentário, vídeo ou fotos, o que pode se transformar no pior pesadelo para a companhia".

Os comentários dos internautas adquirem tanta importância que é possível que os consumidores sejam influenciados na decisão de compra. Segundo o Observatório Nacional das Telecomunicações e da Sociedade da Informação espanhol, 47,4% dos usuários que obtêm informações sobre produtos ou serviços se mostram "bastantes ou muito influenciados" pelo julgamento feito por outras pessoas na internet.
"É evidente que você vai confiar mais em um amigo do que em uma empresa. Isso sempre aconteceu, mas agora vemos isso na rede por meio dos comentários", comenta Juan Luis. Por essa razão, os irmãos Polo apostam na figura do "community manager", que se encarrega de cuidar e manter a comunidade de fiéis seguidores que a marca ou empresa atrair, além de ser o elo entre as necessidades deles e as possibilidades da companhia.

"Para isso, deve ser um verdadeiro especialista no uso das ferramentas de Social Media", explica a dupla. Há empresas líderes que estão formando seus empregados para que possam falar por elas, em vez de estabelecer interlocutores oficiais. Segundo os autores de Socialholic, o objetivo é conseguir com que toda a empresa seja um "community manager".

A importância das redes sociais é evidente, mas há muitas empresas que se mantêm reticentes à mudança e encontram barreiras que as impedem de explorar esse novo horizonte. Juan Luis considera que o principal obstáculo é fazer com que a companhia compreenda o que os meios sociais podem fazer por sua rentabilidade, produtividade e competitividade.

"Somos especialistas em ajudar esse tipo de empresas. É preciso fazer isso de dentro, levando em conta que em muitas delas há funcionários que talvez não saibam se relacionar em comunidade. É preciso ensiná-los a fazê-lo e criar equipes", explica.

Para isso existe uma infinidade de ferramentas, como portais internos, com os quais os empregados podem se comunicar entre si, opinar, apresentar novos aprendizados. Aprender a denominada "gestão do conhecimento" é bastante importante. "É um processo longo que requer o envolvimento de toda a companhia", reforçam os irmãos.


Comentário da Setembro.net

Já não há fronteiras para o mundo, e os empresários estão cientes disto. Hoje se compra e se vende tudo pela internet e é pela internet também que se busca novos clientes e usuários de produtos e serviços. Quem está de fora desta onda, perde um percentual considerável de vendas. Não importa a sua estratégia de relacionar-se nas redes sociais, saiba que  quem tem seguidores acaba fazendo amigos e também bons negócios.

Novos negócios na nuvem: como aproveitar as vantagens da cloud computing

Veja como você pode começar seu negócio com a ajuda da computação em nuvem, que torna tudo mais fácil e diminui custos 



Um pequeno escritório em São Paulo é um bom exemplo de como a computação na nuvem vem revolucionando a realidade de pequenas e médias empresas. Aqui, esses jovens desenvolvem um serviço online inédito no Brasil, que permite que fãs financiem shows dos seus artistas favoritos. O surgimento desta start-up só foi possível graças à "cloud computing", que reduziu muitos os custos do investimento inicial para a empresa conseguir sair do papel.

Heitor Prado, responsável pela área tecnológica da Ativa Aí, explica que "quanto mais acesso, mais rápido fica o servidor". Ele diz que outro ponto é o custo, porque hardwares e softwares são coisas caras mas com que ele não precisa mais se preocupar: "Meu custo cai em 3 vezes", comenta.

Esta talvez seja a principal vantagem da nuvem para esses novos negócios: pesa menos no bolso. Para fazer esse mesmo negócio, em outros tempos, esse pessoal teria que investir num servidor. Só para preparar a máquina para funcionar, iria levar quase duas semanas. E para mantê-la funcionando 24 horas por dia, conectada à internet, iria custar cerca de R$2 mil por mês. Usando a computação na nuvem, o equivalente a essa mesma estrutura sai por cerca de R$70 por mês e a operação pode começar imediatamente. Também dá para aumentar a estrutura na hora que for necessário.

Diego Dias, diretor de tecnologia do Get Ninjas, diz que "as startups têm um plano de crescimento e, em geral, elas são bem agressivas com esse plano. E a escalabilidade da cloud computing possibilita que você cresça muito rápido sem ter os problemas de tempo de socilitação de um outro servidor, caso necessário, e também de custo".

Heitor explica que o ponto mais atrativo da cloud é não precisar bancar uma estrutura sem ter a necessidade de possuir um servidor no dia-a-dia. Ele diz que há dias com 50 mil acessos e dias com 10 mil: "A própria cloud computing verifica se eu estou tendo mais acessos e aumenta a velocidade, disponibilizando mais memória, mais processador e mais largura de banda", diz.

Além do baixo investimento e da escalabilidade imediata, a computação na nuvem permitiu o surgimento de novos negócios, como o caso das locadoras de vídeo virtuais, a exemplo da Netflix. Nos Estados Unidos, o jornal The New York Times digitalizou rapidamente seus mais de 150 anos de história em tempo recorde, tudo graças à computação na nuvem.

Mas, os serviços na nuvem vão além do armazenamento de dados. Você pode contratar, por exemplo, uma "Plataforma como Serviço" ou um "Software como Serviço". Diego nos explica: "A empresa já te disponibiliza o software final". Ele cita como exemplo o Gmail, que é cloud computing e é "Software como Serviço".

Diego explica que "existem uma série de serviços que são disponibilizados por empresas que, anteriormente, teriam que ser desenvolvidos em casa, ou seja, o custo e o tempo de desenvolvimento seriam muito maiores. Então, hoje tem uma série de pacotinhos de software como serviço que eu uso em meu site, conseguindo colocar o site no ar de uma forma muito mais rápida".

Se você tem uma idéia para um negócio novo, pode apostar, o melhor caminho para começar é pela nuvem. Confira um test-drive que fizemos com os principais serviços gratuitos de armazenamento na Nuvem. Veja, também, como o mercado brasileiro está reagindo à chegada de uma grande multinacional do setor. Acesse e confira!


Comentário da Setembro.net

O baixo investimento para iniciar um negócio em nuvem é um dos maiores atrativos para pequenas empresas e projetos que se iniciam dentro de casa. Pouco custo e um armazenamento que pode ser ampliado de acordo com a necessidade, além de muita velocidade para armazenar e criar. Eis ai alguns fatores que fizeram do cloud computing um sucesso em aceitação nos mais variados seguimentos de serviços na web.

segunda-feira, 12 de março de 2012

CeBIT aborda segurança no mundo digital e "computação em nuvem"

A segurança no mundo digital e a chamada "computação em nuvem" serão os temas centrais da edição deste ano da CeBIT de Hannover, na Alemanha, uma das mais importantes feiras de informática do mundo que deve atrair mais de 4 mil expositores.
A CeBIT será inaugurada nesta segunda-feira em cerimônia na qual falarão a presidente Dilma Rousseff, como representante do País convidado, a chanceler alemã Angela Merkel e o chefe do conselho de administração do consórcio Google, Erich Schmidt.Como convidado especial, o Brasil terá cerca de 80 empresas representadas na CeBIT.
Já a participação de Schmidt na feira ocorre em um momento em que a Google é alvo de duras críticas na Alemanha por sua postura na proteção de dados, às quais se somou neste fim de semana a ministra de Proteção ao Consumidor, Ilse Aigner.
Após anos com tendência de baixa quanto ao número de expositores, devido à crise econômica e à concorrência de outras feiras de informática, a CeBIT mostrou no ano passado uma certa recuperação e neste ano deve apresentar aumento de 2%.
Embora o tamanho da CeBIT continue longe do que teve em sua época de maior auge, o presidente da feira, Ernst Raue, disse que esse é um tema secundário e o fundamental é proporcionar bons negócios aos empresários presentes na feira em Hannover.
Raue destacou ainda o retorno a Hannover de expositores como Sharp e Samsung e a presença de consórcios estratégicos como Google, Facebook, IBM, SAP e Microsoft.
Os constantes ataques de hackers e os crimes eletrônicos são um dos motivos que fizeram as questões de segurança e confiança serem temas centrais da CeBIT.
A "computação em nuvem" volta a ser abordada, assim como no ano passado. Estudo da associação de empresas de informática alemãs, a Bitkom, aponta que o faturamento da "computação em nuvem" crescerá 47% neste ano na Alemanha, atingindo 5,3 bilhões de euros.

Comentário da Setembro.net
Por Cláudia Oliveira
Não é segredo para ninguém que grandes corporações, empresas e até mesmo universidades usam do sistema de nuvens para guardar seus dados em segurança. E não é só eles quem fazem isso. Um número cada vez maior de pessoas acessam esta ferramenta para guardarem seus arquivos, sejam eles quais forem. Acontece que a segurança digital nunca foi tão comentada como agora, desde que os ataques dos hackers dos grupo "Anonymous" resolveu fazer ataques aos principais sites americanos.
Resta-nos aguardar que novas tecnologias de segurança cheguem em breve e tapem os buracos causados por estes vilões cibervirtuais.
Até a próxima pessoal.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Hackers podem descobrir localização física de um celular



Hackers podem descobrir localização física de um celular
Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/02/2012





Esta é toda a aparelhagem necessária para rastrear o posicionamento físico de um celular. O computador está rodando aplicativos de código aberto. [Imagem: Kune et al.]



Localização e interceptação de chamadas


Usando um telefone barato e um equipamento disponível no comércio, e sem nenhuma ajuda das companhias telefônicas, é possível rastrear a posição física de um usuário da telefonia celular.


Segundo pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, as operadoras de telefonia celular deixam vazar a localização física dos usuários de telefones celulares ao usar a difusão de mensagens não criptografadas.


Além disso, segundo a equipe demonstrou, é possível capturar as mensagens trocadas entre a torre da empresa de telefonia e o celular do usuário e desligar a chamada antes mesmo que o celular do usuário toque.


As torres de telefonia celular precisam rastrear a posição física dos usuários para operar de forma eficiente.


Assim, qualquer mensagem para aquele usuário será dirigida para a torre que estiver mais próxima dele.


Isso é feito disparando pacotes de informações temporizadamente e esperando que o telefone responda.


Quando o usuário se movimenta, a informação é atualizada na rede de telefonia.


O que Denis Kune e seus colegas demonstraram é que essa informação está largamente acessível, por meio de programas de código aberto e equipamentos disponíveis no comércio.


O método de ataque funcionou nas redes GSM, as mais usadas em todo o mundo.


Regimes opressores e ladrões


No teste de campo, os pesquisadores rastrearam a posição de um usuário dentro de uma área de 10 quarteirões, conforme ele caminhava a pé.


"Agentes de um regime opressor não vão mais precisar da cooperação das empresas de telefonia para determinar se os dissidentes estão no local de um protesto," escrevem os pesquisadores em seu artigo.


"Outro exemplo [do uso da fragilidade] é o de ladrões testando se o telefone celular de um usuário está fora de uma área específica, deduzindo o nível de risco associado com a invasão de sua residência," afirmam.


Bibliografia:

Location Leaks on the GSM Air Interface
Denis Foo Kune, John Koelndorfer, Nicholas Hopper, Yongdae Kim
19th Annual Network & Distributed System Security Symposium Proceedings
February, 2012
http://www-users.cs.umn.edu/~kyd/doc/fookune_ndss_gsm.pdf


Comentário da Setembro.net.


Por Cláudia Oliveira


Ao longo do tempo, vimos o avanço da tecnologia digital chegar também a telefonia. Recentemente, em sua visita a Alemanha, durante uma entrevista, a Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, nos informou que irá abrir leilão para a tecnologia 4G para maio deste ano; isso mostra a expansão do mercado brasileiro e também a força da inclusão digital também na telefonia celular. Resta-nos saber até onde estes avanços também nos trarão segurança.