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segunda-feira, 12 de março de 2012

CeBIT aborda segurança no mundo digital e "computação em nuvem"

A segurança no mundo digital e a chamada "computação em nuvem" serão os temas centrais da edição deste ano da CeBIT de Hannover, na Alemanha, uma das mais importantes feiras de informática do mundo que deve atrair mais de 4 mil expositores.
A CeBIT será inaugurada nesta segunda-feira em cerimônia na qual falarão a presidente Dilma Rousseff, como representante do País convidado, a chanceler alemã Angela Merkel e o chefe do conselho de administração do consórcio Google, Erich Schmidt.Como convidado especial, o Brasil terá cerca de 80 empresas representadas na CeBIT.
Já a participação de Schmidt na feira ocorre em um momento em que a Google é alvo de duras críticas na Alemanha por sua postura na proteção de dados, às quais se somou neste fim de semana a ministra de Proteção ao Consumidor, Ilse Aigner.
Após anos com tendência de baixa quanto ao número de expositores, devido à crise econômica e à concorrência de outras feiras de informática, a CeBIT mostrou no ano passado uma certa recuperação e neste ano deve apresentar aumento de 2%.
Embora o tamanho da CeBIT continue longe do que teve em sua época de maior auge, o presidente da feira, Ernst Raue, disse que esse é um tema secundário e o fundamental é proporcionar bons negócios aos empresários presentes na feira em Hannover.
Raue destacou ainda o retorno a Hannover de expositores como Sharp e Samsung e a presença de consórcios estratégicos como Google, Facebook, IBM, SAP e Microsoft.
Os constantes ataques de hackers e os crimes eletrônicos são um dos motivos que fizeram as questões de segurança e confiança serem temas centrais da CeBIT.
A "computação em nuvem" volta a ser abordada, assim como no ano passado. Estudo da associação de empresas de informática alemãs, a Bitkom, aponta que o faturamento da "computação em nuvem" crescerá 47% neste ano na Alemanha, atingindo 5,3 bilhões de euros.

Comentário da Setembro.net
Por Cláudia Oliveira
Não é segredo para ninguém que grandes corporações, empresas e até mesmo universidades usam do sistema de nuvens para guardar seus dados em segurança. E não é só eles quem fazem isso. Um número cada vez maior de pessoas acessam esta ferramenta para guardarem seus arquivos, sejam eles quais forem. Acontece que a segurança digital nunca foi tão comentada como agora, desde que os ataques dos hackers dos grupo "Anonymous" resolveu fazer ataques aos principais sites americanos.
Resta-nos aguardar que novas tecnologias de segurança cheguem em breve e tapem os buracos causados por estes vilões cibervirtuais.
Até a próxima pessoal.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Hackers podem descobrir localização física de um celular



Hackers podem descobrir localização física de um celular
Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/02/2012





Esta é toda a aparelhagem necessária para rastrear o posicionamento físico de um celular. O computador está rodando aplicativos de código aberto. [Imagem: Kune et al.]



Localização e interceptação de chamadas


Usando um telefone barato e um equipamento disponível no comércio, e sem nenhuma ajuda das companhias telefônicas, é possível rastrear a posição física de um usuário da telefonia celular.


Segundo pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, as operadoras de telefonia celular deixam vazar a localização física dos usuários de telefones celulares ao usar a difusão de mensagens não criptografadas.


Além disso, segundo a equipe demonstrou, é possível capturar as mensagens trocadas entre a torre da empresa de telefonia e o celular do usuário e desligar a chamada antes mesmo que o celular do usuário toque.


As torres de telefonia celular precisam rastrear a posição física dos usuários para operar de forma eficiente.


Assim, qualquer mensagem para aquele usuário será dirigida para a torre que estiver mais próxima dele.


Isso é feito disparando pacotes de informações temporizadamente e esperando que o telefone responda.


Quando o usuário se movimenta, a informação é atualizada na rede de telefonia.


O que Denis Kune e seus colegas demonstraram é que essa informação está largamente acessível, por meio de programas de código aberto e equipamentos disponíveis no comércio.


O método de ataque funcionou nas redes GSM, as mais usadas em todo o mundo.


Regimes opressores e ladrões


No teste de campo, os pesquisadores rastrearam a posição de um usuário dentro de uma área de 10 quarteirões, conforme ele caminhava a pé.


"Agentes de um regime opressor não vão mais precisar da cooperação das empresas de telefonia para determinar se os dissidentes estão no local de um protesto," escrevem os pesquisadores em seu artigo.


"Outro exemplo [do uso da fragilidade] é o de ladrões testando se o telefone celular de um usuário está fora de uma área específica, deduzindo o nível de risco associado com a invasão de sua residência," afirmam.


Bibliografia:

Location Leaks on the GSM Air Interface
Denis Foo Kune, John Koelndorfer, Nicholas Hopper, Yongdae Kim
19th Annual Network & Distributed System Security Symposium Proceedings
February, 2012
http://www-users.cs.umn.edu/~kyd/doc/fookune_ndss_gsm.pdf


Comentário da Setembro.net.


Por Cláudia Oliveira


Ao longo do tempo, vimos o avanço da tecnologia digital chegar também a telefonia. Recentemente, em sua visita a Alemanha, durante uma entrevista, a Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, nos informou que irá abrir leilão para a tecnologia 4G para maio deste ano; isso mostra a expansão do mercado brasileiro e também a força da inclusão digital também na telefonia celular. Resta-nos saber até onde estes avanços também nos trarão segurança.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

As redes sociais pelo mundo


O Mashable reuniu em um infográfico como as redes sociais “se comportam” ao redor do mundo.
Está em inglês mas é bastante auto-explicativo (e não precisa de muitas traduções).
Infelizmente, as informações sobre a China e a Índia não forma muito fáceis de serem acessadas, então os dois países forma deixados de lado.

Comentários da Setembro.net por Cláudia Oliveira:

Ao analizarmos o comportamento social na web vemos o Brasil em sexto lugar no ranking da disputa de posições no quem é quem nas redes sociais. Não podemos esquecer que estamos em um pais em igualdade de posições no que diz respeito a população mas perdemos e muito quando se fala em tecnologia, Estados Unidos e Japão tem igualmente esta grande obsessão por tudo que é novo, tecnológico e futurístico. Ainda estamos caminhando para termos acesso a um mundo que infelizmente ainda não é nosso.


Nos chamou atenção a liderança da Alemanha entre os países da Europa com o terceiro lugar entre os usuários das principais redes sociais. O que também nos mostra um avanço em termos de comunicação e socialização em um pais que tradicionalmente é muito fechado. Como a própria reportagem diz, é uma pena a China e a Índia terem ficado de fora dessa pesquisa, afinal ambos países tem importantes contribuições no setor de tecnologia de comunicação.


Abraços e até a próxima.
Cláudia Oliveira