terça-feira, 17 de maio de 2011

Noções básicas de Conteúdo Gerado pelo Usuário para Search Engine Optimization

Noções básicas de Conteúdo Gerado pelo Usuário para Search Engine Optimization

User-generated Content[Nota de Lee: Conteúdo Gerado pelo Usuário para SEOé algo que não temos escrito em cerca de um tempo, mas agora mais que nunca, profissionais de marketing precisam encontrar maneiras eficientes para gerar recursos de conteúdos para motores de busca, bem como a capacidade de satisfazer as necessidades dos clientes para interagir e compartilhar. Michelle tem um olhar atualizado que eu acho que as empresas fariam bem em conta.]
Você já ouviu isso antes: O conteúdo é rei. Mas não será muito de um reino, a menos que o conteúdo seja otimizada. Mas quem é que vai criá-lo? Conteúdo útil, relevante não é barata, especialmente quando são seus objetivos a publicar numa base consistente.Como um comerciante da internet, caso você não tenha aproveitado para o poder de Conteúdo Gerado pelo Usuário, você pode estar abrindo mão de uma mina de ouro de bens de SEO para o seu concurso.
Um estudo realizado pelo eMarketer no início de 2009 revelou que o número de usuários de Internet que consomem conteúdo gerado pelo usuário e que crie ele vai atirar-se significativamente nos próximos quatro anos:
  • Em 2013, cerca de 155 milhões de usuários de internet dos EUA vai consumir algum tipo de conteúdo criado pelos usuários, quase 34% a partir de 2008
  • O número de criadores de conteúdo irá crescer para 114,5 milhões em 2013, um aumento de quase 39% a partir de 2008
  • Em 2013, 51,8% de todos os usuários da Internet nos EUA serão os criadores de conteúdo, ante 42,8% em 2008
A maioria das empresas não estão no negócio de publicação de conteúdo. Mas, para competir em uma Internet que é cada vez mais participativa e social, tanto agora como no futuro, as empresas terão de trabalhar duro e esperto quando se trata de publicação de conteúdo útil que os motores de pesquisa e clientes vão adorar.
Mas só o que funciona melhor fóruns, comentários, blogs ou redes sociais? A resposta é, não há bala de prata. Tal como com todas as táticas que complementam os objectivos do marketing da busca, o que é sucesso para uma organização pode não ser tão eficaz para outra. A maneira em que consumidores gerada obras de conteúdo dentro de uma empresa particular de mix de marketing de pesquisa depende de uma variedade de fatores, incluindo: a contribuição de conteúdo e necessidades de compartilhamento da audiência, a capacidade de criar ou atualizar os sistemas de gerenciamento de conteúdo que oferecem suporte a criação de conteúdo do usuário e da moderação, um som plano estratégico para o desenvolvimento do software, a construção da comunidade e promoção da comunidade inspiradora de conteúdo inspirado palavra-chave.
Tenha em mente esses 5 pontos à medida que explora a forma de integrar os conteúdos criados pelos usuários em seu mix de marketing de motor de busca:
1. Dê tempo ao tempo. Nem todos os consumidores vão participar de imediato, e alguns nunca podem participar. Consumidor gerado esforços de conteúdo, se fácil de usar e gratificante para os usuários, podem ter um efeito bola de neve. Quanto mais conteúdo criado por usuários, mais oportunidades para não-participantes que estar motivado para aderir polegadas
2. Se você acha que o conteúdo gerado pelo usuário é apenas para a geração do milênio, pense novamente. É verdade que a geração Y são os mais propensos a participar, 56%, de acordo com um estudo da eMarketer. Mas 46% da geração X e 31% dos Baby Boomers são molhar os pés em criar seu próprio conteúdo. A chave é a estrutura a capacidade de criar conteúdo de acordo com as necessidades do seu público.Pesquise outros sites que oferecem aos clientes a capacidade de criar, mashup ou partilhar conteúdos e identificar o que parece funcionar eo que não com as audiências que são congruentes com o seu.
3. Amplie sua definição de conteúdos gerados pelo utilizador . Não basta pensar no conteúdo como texto - blog posts, artigos, resenhas ou comentários. Em vez disso, fornecem múltiplas opções de formato de mídia (que fazem sentido) para sua comunidade, incluindo áudio, imagens e vídeo. Digital Asset Otimização dos formatos de mídia de vários aumentos de canais de distribuição através dos motores de busca da especialidade, bem como a densidade de marca uma visibilidade nos resultados de pesquisa sobre uma única consulta.
4. Vá com o que você está confortável com. Existem muitas formas de conteúdo que você pode aproveitar, a partir de submissões de artigos de consumo gerado a revisões do produto do cliente. Então comece com o que você acha que está certo para o seu site e sua organização. Comece aos poucos incorporando um recurso de votação em seu site, ou ir grande com o lançamento de um concurso para promover gerada vídeos ou fotos do usuário. Pense em ambos os seus próprios objetivos de conteúdo para classificar bem nos motores de busca, mas sobretudo pensar de clientes não satisfeitas as suas necessidades de interação e compartilhamento de conteúdo. Em seguida, oferecem opções para eles para satisfazer essas necessidades de uma forma que permite que suas frases-chave alvo a ser utilizada no conteúdo que é criado e compartilhado.
5. Conteúdo gerado pelo usuário pode ter o mesmo efeito como motor de busca otimizada de conteúdo em seu site. Primeiro, o conteúdo pode ser focalizada em direção palavras-chave específicas através de categorias pré-preenchidos, marcas e opções de conteúdo que têm palavras-chave já incorporada. Em segundo lugar, é a natureza de uma comunidade vibrante de adicionar novos conteúdos com frequência, o que irá atrair motor de busca aranhas em uma base regular. E intrigante, e conteúdo útil terceiro pode atrair as ligações recebidas.
Adicionando usuário gerado opções de conteúdo para um site pode ajudar a atender vários negócios e objetivos de marketing que vão desde permitindo que os clientes ativos e apaixonados a capacidade de "ter uma palavra a dizer" sobre os seus temas favoritos e marcas, bem como empregar os esforços de muitos, muitos outros criar um conteúdo que pode fazer bem em resultados de pesquisa para direcionar o tráfego para seu site.
O próximo passo é decidir o que seus clientes vão responder, quais são suas necessidades de criação de conteúdos e partilha e que será necessário para criar um plano e testar social / recursos de compartilhamento de conteúdo.
Se você adicionou o compartilhamento de conteúdo social para o seu site, qual foi sua experiência? Que conselho você pode compartilhar com outros proprietários do Web site para um consumidor bem sucedido programa de conteúdos gerados?
COMENTÁRIO DA Cláudia:
Na  maioria das empresas não estão no negócio de publicação de conteúdo e para os SEOS de plantão, seguir , observar e competir com tantos mecanismos de marketing em uma Internet que é cada vez mais participativa e social é uma questão de trabalho duro para as empresas que querem ter essa aproximação com o usuário. E mostrar seu conteúdo não é tudo. É imprescindível uma estratégia de marketing de pesquisa. E inclui nisso o uso correto do sofware, construção de palavras chave de busca e promoção continuada.

Tornar seu conteúdo na internet uma marca ou meme como dizem os mais antenados, é o objetivo de todo SEO ou publicitário que se presa mas isso é apenas uma fagulha na pólvora. Há de se esforçar muito para que o consumidor incorpore a idéia e se sinta motivado a aderir.

Para nós da Setembro.net, pesquisar e buscar uma comunicação social que atenda as necessidades de seus clientes é uma constante. Nosso objetivo não é só contribuir para que a marca de nossos clientes se integre harmoniosamente ao fluxo de mercado digital, mas também que o consumidor se sinta como parte dessa busca.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

No limite da incompetência – contrata esse mesmo!

“Se não encontramos ninguém melhor do que ele, então contrata esse mesmo.”

 Infelizmente esta decisão vem sendo tomada com mais frequência do que poderíamos aceitar.

As notícias parecem promissoras. A capa da revista Exame de abril anuncia em letras garrafais: “Procuram-se 8 milhões de profissionais”. Fala-se do pleno emprego, definido na matéria como o “estágio em que a taxa de desemprego cai a níveis muito baixos e praticamente todas as pessoas qualificadas estão empregadas.”
Parece ótimo! Profissionais sendo disputados, muito trabalho para os RHs, tanto para selecionar quanto para reter seus quadros. Porém, meu desconforto vem do discurso que ouço de empresários e profissionais de recursos humanos sobre a enorme dificuldade de encontrar profissionais qualificados.
Abaixo apresento alguns dados que não devem ser esquecidos para contrapor a noção de pleno emprego:
  • O Brasil manteve o 88º lugar no ranking de ensino preparado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A posição é a mesma do ano passado, em um total de 127 países de todo o mundo. Estamos atrás da Argentina, Chile e até mesmo Equador e Bolívia. Só para termos uma base comparativa, o primeiro lugar da lista é o Japão, seguido por Reino Unido, Noruega e o Casaquistão, que aparece logo à frente de França, Itália e Suíça.
  • Na matéria “Sobram vagas em cursos de escolas técnicas e universidades do Brasil”, exibida pela Rede Globo, os números são alarmantes. Sobram vagas em áreas essenciais para o momento que vivemos. Para engenharia civil, setor carente, 28% das vagas não são preenchidas; para engenharia eletrônica, 31% e, mesmo com todo o alarde do pré-sal, a engenharia de petróleo deixa vaga 52% das carteiras.
  • Para a área de TI, outra área em franca expansão, os números não são menos assustadores: em administração de redes, 62% das vagas não são preenchidas e, em análise de sistemas, há 79% de lugares sem dono.
  • Não é só isso. Muitos dos alunos abandonam a faculdade antes da conclusão e em algumas áreas a evasão chega a 50%. “O país que peneira a mão de obra e não encontra muita coisa desperdiça lugares até nas universidades públicas. Mais de 14 mil vagas não têm dono.”
  • Em função do bom momento econômico, o Brasil é percebido internacionalmente como o país das oportunidades. Além da imigração com essa expectativa, há também o retorno de brasileiros que foram para o exterior e estão retornando para aproveitar a fase. Há também muitos profissionais que são convidados a trabalhar no Brasil. Em números, isso quer dizer que algo em torno de 180 mil profissionais dos cinco continentes aportaram no país nos últimos cinco anos, de acordo com levantamentos produzidos pela Coordenação Geral de Imigração (CGI) do Ministério do Trabalho. Das 11.530 autorizações de trabalho concedidas no primeiro trimestre deste ano – um volume recorde para o período -, 60% foram direcionadas a estrangeiros com diploma universitário, mestrado, doutorado e até PHD. Além disso, 80% dos vistos eram vinculados a funções técnicas ou a projetos de transferência de tecnologia.
  • O Brasil tem um dos piores índices de proficiência em inglês do mundo, como indica pesquisa da escola e agência de intercâmbios Education First (EF). O resultado é facilmente confirmado em entrevistas de seleção. Aliás, fala-se mal também o português, pois a dificuldade para se expressar corretamente em nosso idioma, verbalmente ou por escrito, está ficando cada vez mais evidente.
Minha preocupação é que, para muitas posições, são contratados profissionais sem a devida qualificação e, além disso, as contratantes não se preocupam em formar, treinar e desenvolver essas pessoas. Custa caro, mas custará mais caro a médio prazo. Dados de pesquisa da Dom Cabral mostram que 54% das companhias reduziram os requisitos na contratação de pessoal para a área técnica e operacional. Nos cargos estratégicos, 28% das empresas também diminuíram as exigências, como pós-graduação, fluência em idiomas e experiência.
Hoje, já pagamos preço alto pela falta de visão e interesse pela educação. Corremos o risco de um colapso, abreviando o Princípio de Peter, termo cunhado por Lawrence Johnston que afirma que “em um sistema hierárquico, todo funcionário tende a ser promovido até o seu nível de incompetência”. Se as contratações já estão abaixo das exigências mínimas, essa incompetência chegará muito antes das possíveis promoções que o profissional poderá ter – ou pior, já estará ocupando uma posição em alto grau na escala hierárquica sem a competência necessária para isso.
Há, infelizmente, indícios que estamos muito próximos de confirmar minha tese. Um estudo indicando que as obras de nove dos 13 aeroportos que serão utilizados na Copa do Mundo 2014 não ficarão prontas até o início da competição.
Felizmente, há empresas responsáveis e profissionais conscientes que não retratam a afirmação de abertura deste artigo. Há vagas que ficam abertas por muitos meses, para desgosto e desagrado de gestores e de muitos profissionais de RH. Baixar o nível de exigência não é a solução. Quantos postos de trabalho e oportunidades teremos que perder até que a lição seja aprendida?
Comentário da Cláudia
Infelizmente com a  deficiência no ensino fundamental e a falta de incentivo por meio das empresas ampliam a chamada “cultura escolar”  que observamos hoje. Pelo lado das empresas, há  a falta de recurso e parceiros para este incentivo, além do medo oculto de gastar um a dois anos preparando um profissional e ele buscar novos salários na empresa concorrente. Diante disso,  encontramos os jovens recém formados que inexperientes buscam sua primeira oportunidade de emprego. Ao contratar “qualquer um”,  é bem possível que se tenha ao final uma surpresa agradável. De qualquer forma, além de ser uma medida necessária a curto prazo, é muito mais simples do que buscar soluções dentro de nosso atual contexto educacional.

Empresas estão menos empolgadas com resultados de ações em redes sociais

Estudo realizado pela IBM, com profissionais de marketing, aponta que a maioria deles opta por atividades específicas nesses novos canais





divulgação
redes sociais
Um levantamento que acaba de ser divulgado pela IBM, com base em entrevistas com 300 profissionais das áreas de marketing de empresas de todo o mundo, revela que hoje existem menos expectativas em relação ao resultado das campanhas realizadas em redes sociais e em dispositivos móveis. Além disso, há uma percepção de que essas atividades dependem fortemente da área de TI (Tecnologia da Informação) das empresas.

Segundo o estudo, divulgado pelo site CNet, mais da metade dos 'marketeiros' usa redes sociais, mas eles tendem a adotar uma postura mais objetiva. Ou seja, de acordo com a análise do levantamento, o furor em torno desses ambientes passou e, hoje, as empresas têm focado suas ações em atividades específicas e que gerem algum tipo de valor para usuários de sites como Facebook, Twitter, LinkedIn, entre outros.

Por outro lado, mais de 40% dos entrevistados afirmaram ter estratégias de marketing específicas para dispositivos móveis e outros 20% pretendem implementar esse conceito nas suas empresas ao longo de 2011.

Cerca de 60% dos entrevistados apontaram também que o principal gargalo em relação ao uso da tecnologia da informação é “medir, analisar e aprender”. No mesmo estudo realizado há um ano, mais de 60% identificaram que “transformar dados em ações” era o grande problema da TI.

Fonte: olhar digital  http://migre.me/4qzUE

Comentário da Cláudia

 O estudo feito pela IBM mostra o algo que todos já sabem, o usuário das redes sociais está em tempo real, o que nenhuma outra ferramenta proporciona quando se fala em estatísticas de mercado. É através destas informações, que conseguimos estudar nossos concorrentes, obter maiores detalhamentos sobre o nosso público alvo, justificar projetos e acompanhar o andamento de uma ação. O que acontece, é que no Brasil, a grande maioria dos usuários são jovens e sem muito conteúdo de TI o que se justifica pela baixa porcentagem de qualificação neste seguimento. Ainda são poucas as empresas que sabem coordenar e integrar as ações online, com as campanhas offline e utilizam corretamente as mídias, estamos aprendendo ainda.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

YouPix e as novidades da cultura web

O You Pix Festival é o maior evento sobre a cultura da internet no Brasil. Organizado por Bia Granja, ele procura reunir celebridades da web, formadores de opinião do universo digital e profissionais que trabalhem na área, como programadores, analistas de TI, social medias e comunicadores em geral. A última edição ocorreu semana passada no Porão das Artes da Bienal do Ibirapuera em São Paulo e o sucesso foi tanto que o termo #youpix figurou entre os assuntos mais comentados do Twitter durante os 3 dias de festival.

Além de famosos que tem uma ação atuante nas redes sociais, como Marcelo Tas e Rafinha Bastos, anônimos que ganharam fama com vídeos virais empolgaram o público, como o carioca Vitinho do vídeo Sou Foda e o norte americano Bear do Double Rainbow. O mais importante foi a interação do público entusiasta pela cultura web com aqueles responsáveis por sua disseminação. O lounge com um bar patrocinado pela cerveja Devassa e quiosques dos patrocinadores como Telefônica, Vivo, Fiat e Sansumg estava sempre cheio de rodas conversando sobre o assunto. Neste ambiente democrático, blogueiros, podcasters, vlogueiros e webcelebridades tiravam fotos e trocavam ideia com seus fãs e seguidores.

O auditório do YouPix recebeu diversas palestras e debates que discutiram temas relevantes para a área, tais como: A importância dos trolls (usuários que provocam discussões polêmicas) no ambiente web; A força do público adolescente das redes sociais e internet no geral; Como o sexo é tratado no mundo digital; Quem são os agentes transformadores das mídias socias; A febre do vlog no Brasil; Afinal, quem pode ter opinião na web, entre outros.

Para finalizar, durante o evento ocorreu a premiação dos Melhores da Websfera 2011. Analisando os candidatos e vencedores, é possível ter um panorama geral de como é ditado o conteúdo digital produzido hoje no Brasil, suas nuances e o público alvo que atinge. Para todos aqueles que trabalham com Redes Sociais, Marketing Digital e Publicidade On Line, conhecer estes pormenores é de extrema importância. Para aqueles que perderam o evento, prepare a agenda pois uma nova edição ocorrerá no segundo semestre deste ano.


Fonte: http://blog.seomarketing.com.br


Comentários da Cláudia:
A cada dia novas redes sociais e mídias vão se agregando ao mundo digital e mostrando novas faces. Ao público que ingressa nestas redes e que se tornam agentes transformadores de uma idéia, um comportamento ou até mesmo um momento histórico,  cabe a nós responsável pela mídia na web tratá-los com toda a importância devida e conhecer bem o que esperam deste setor de comunicação social.
Este evento é muito maior que uma mera premiação, mas sim, um agregador de pessoas interessadas na área, técnicos, desenvolvedores, analistas e também divulgadores que em um ambiente de festa se encontram, multiplicam idéias e interagem com o mundo. Mais que reconhecido o  You Pix é um festival necessário.



quinta-feira, 5 de maio de 2011

IE9, Firefox 4 ou Chrome 10: qual é o melhor?


Outros detalhes que devemos observar é a compatibilidade para as aplicações que estão sendo rodadas nos navegadores. Neste quesito, o IE é o mais compatível com acessos comuns em nosso dia-a-dia, por exemplo:
·         Office Bank;
·         Desenvolvimento de sites e sistemas web;
·         Certificados para notas ficais;
·         Entre muitos outros.

Vale a pena lembrar de que o Opera e o Safari são ótimos navegadore, rápidos e com layout intuitivo.

Um grande abraço para todos.

Por: Alexandre Oliveira